Meses após a renúncia de Meghan Markle, suposto amigo diz que ela acreditava em uma conspiração real

O Príncipe Harry e Meghan Markle tiveram um caótico e polêmico 2020 – e isso significa muita coisa se consideramos o quão turbulento esse ano foi para todos. Afinal, o casal iniciou o ano de 2020 revelando que renunciariam as suas funções como membros da monarquia britânica. Essa notícia surpreendeu o mundo todo e a dúvida era: por que eles decidiram tomar essa atitude tão drástica? Bem, um informante afirma saber a verdade.

Em janeiro de 2020, Harry e Meghan fizeram uma declaração inicial, formal e objetiva, comunicando: “No momento, planejamos dividir nosso tempo entre o Reino Unido e a América do Norte, de modo a seguir honrando nosso dever com a Rainha, a Comunidade das Nações e nossos patronatos”.

O anúncio teve continuidade: “Este equilíbrio geográfico nos permitirá criar nosso filho com a apreciação pela tradição real em que ele nasceu e também proporcionará espaço para nossa família se concentrar nesse próximo capítulo”. Como Meghan possui fortes laços com o Canadá, acreditava-se que o casal se estabeleceria por lá.

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A verdade é que, embora Meghan seja estadunidense, ela viveu por muito tempo no norte da fronteira. Enquanto atuava na série “Suits”, ela chegou a morar em Toronto por seis anos. Inclusive, Meghan e Harry possuem memórias especiais no Canadá, uma vez que o casal fez sua primeira aparição pública em Toronto, nos Jogos Invictus de 2017.

A questão era: o Canadá receberia essa família de braços abertos? Parecia que sim. Quando eles visitaram o país em dezembro de 2019, o primeiro-ministro Justin Trudeau tweetou ao Duque e à Duquesa de Sussex a seguinte mensagem: “Príncipe Harry, Meghan e Archie, todos nós desejamos a vocês uma tranquila e abençoada estadia no Canadá. Vocês estão entre amigos e são sempre bem-vindos aqui”.

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Por incrível que pareça, até a imprensa de lá parecia estar do lado deles. Em relação à atitude de Harry e Meghan, o jornal canadense Globe and Mail afirmou que os dois “provocaram uma mudança em que todos saem ganhando”. Assim, a decisão deles de deixar o posto de membros ‘seniores’ da família real britânica foi rotulada como um “final feliz” e uma “jogada poderosa”.

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Seria todo esse amor a verdadeira razão pela qual os Sussexes renunciaram? Ou o motivo está relacionado ao desejo de escaparem das intromissões indesejadas da mídia? Afinal, como foi observado pela BBC em janeiro de 2020, “embora a mídia canadense certamente tenha interesse pelas ações [do casal], o Canadá não tem a mesma cultura de tabloide ou paparazzi que a Grã-Bretanha e os Estados Unidos possuem”.

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Isso pode ter sido uma boa notícia para Harry e Meghan, já que os tabloides do Reino Unido não facilitavam para eles. Em outubro de 2019, Meghan deu uma comovente entrevista ao jornalista Tom Bradby, contando sobre a atenção da mídia: “Eu nunca pensei que isso seria fácil, porém achei que seria honesto”.

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A propósito, muitas matérias retratavam Meghan sob uma perspectiva ruim. Em novembro de 2018, por exemplo, especulou-se que Meghan havia feito Kate Middleton chorar. Aparentemente, a Duquesa de Sussex discutiu com sua cunhada por conta de um vestido de sua dama de honra, a qual era a princesa Charlotte, filha de William e Kate. De acordo com a mídia, essas duas mulheres criaram ali uma rivalidade.

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Nesse mesmo período, surgiram notícias sensacionalistas na imprensa, alegando que Meghan havia sido mal-educada com os funcionários do palácio. Em dezembro de 2018, uma fonte que preferiu não se identificar contou ao The Sun que Meghan passou dos limites até com os assistentes de Kate. Ao que parece, Kate comentou: “Isso é inaceitável. Eles são da minha equipe; eu falo com eles”.

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Contudo, após Harry e Meghan explicarem que não estariam mais trabalhando como membros da realeza, a imprensa voltou ainda mais sua atenção para o casal. Por meio de seus representantes, eles enviaram um comunicado aos tabloides britânicos, incluindo o Daily Mail e o The Sun. Em resumo, o duque e a duquesa ignorariam esses jornais e não colaborariam mais com eles.

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Constava o seguinte trecho na firme declaração de Harry e Meghan: “É extremamente preocupante que uma parte influente da mídia, ao longo dos anos, tenha tentado se isentar da responsabilidade pelo que dizem ou publicam – mesmo sabendo que a informação é distorcida, falsa ou invasiva. Quando o poder é desfrutado sem responsabilidade, a confiança que todos nós depositamos nesta indústria tão necessária é degradada”.

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Logo, esse parecia ser o motivo para o afastamento de Harry e Meghan: eles queriam passar a vida longe dos holofotes da mídia e o Canadá mostrava-se como o local perfeito para que se escondessem dos olhos do público. Todavia, o casal fez um surpreendente movimento, o qual virou tudo de cabeça para baixo.

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Em março de 2020, um informante anônimo disse ao The Sun – um dos jornais que Harry e Meghan não colaboram mais – que o casal rapidamente havia se mudado do Canadá. Os acontecimentos globais naquele período forçaram que essa ação fosse tomada, já que as viagens não essenciais estavam prestes a ser restringidas entre as fronteiras.

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A fonte explicou: “Harry e Meghan deixaram de vez o Canadá. As fronteiras estavam fechando e os voos estavam parando. Eles precisavam sair. Entretanto, essa mudança havia sido planejada já há algum tempo. Eles perceberam [que] o Canadá não daria certo por diversas razões e, então, queriam viver em Los Angeles”.

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Parece brincadeira, mas Harry e Meghan estavam mesmo se mudando justamente para uma cidade a qual é repleta de paparazzi. O informante acrescentou: “Eles têm uma grande rede de apoio ali. É onde a nova equipe deles de agentes de Hollywood, de assessores e de gerentes de negócios está localizada. Meghan possui muitos amigos lá e, claro, tem a mãe dela, Doria, a qual também reside em Los Angeles”. Aliás, o The Sun afirmou que a maior parte da família real ficou “chocada” com essa mudança.

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Apesar do duque e da duquesa se manterem em silêncio acerca da trajetória deles, Katie Nicholl, uma correspondente real, aparentava ser um pouquinho mais comunicativa. Em março de 2020, ela disse ao CBC: “Eles estavam sempre indo para Los Angeles. Esse era o plano mestre. Assim, o fechamento da América do Norte fez o casal antecipar a mudança para a Califórnia”.

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Nicholl prosseguiu: “Meghan quer estar perto de sua mãe, o que é compreensível nessa fase. Eles claramente possuem projetos em andamento, por isso também queriam chegar a Los Angeles o mais rápido possível”. Pelo visto, Meghan é muito próxima de sua mãe e Harry também tem muita consideração por Doria.

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A propósito, isso tudo ocorreu na mesma época em que o Príncipe Charles testou positivo para o coronavírus. A biógrafa Penny Junor revelou ao CBC: “É evidente que Harry deve estar preocupado com seu pai e seus avós. Bem como Meghan se preocupa com sua mãe, a qual se encontra em Los Angeles. Deve ter sido uma escolha difícil. No entanto, [com Harry e Meghan] tendo tomado a decisão de se afastar, teria sido difícil reverter isso tão rapidamente para demonstrar solidariedade”.

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Dessa maneira, o casal não voltaria ao Reino Unido tão cedo. Nicholl adicionou: “Com a realeza em isolamento, não há muito que eles possam fazer, ainda que eu suspeite que Harry esteja com certeza se sentindo longe de casa nesse momento. Eles não querem correr nenhum risco viajando e a maior prioridade é manter Archie bem e em uma rotina. Acho que eles só virão para o Reino Unido quando a a situação se mostrar mais segura”.

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Alguns meses mais tarde, Nicholl deu mais informações sobre o estado de espírito de Meghan. A jornalista disse ao 9Honey, um site australiano, que embora a duquesa estivesse “acostumada a ser fotografada” e fosse “famosa por mérito próprio” antes de entrar para a família real, ela ainda não estava preparada para os níveis de intromissão da imprensa que vivenciou.

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Nicholl expôs: “Houve esta ideia de que [Meghan] seria capaz de lidar com a atenção da imprensa e encontrar seu caminho sob os holofotes devido a sua experiência anterior. Na verdade, eu acho que seria praticamente impossível estar preparada para o que ela enfrentou. Ao tornar-se uma das mulheres mais famosas do mundo, era evidente que sua experiência como atriz não seria suficiente”.

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Inclusive, Nicholl comparou Meghan e sua cunhada, retratando: “[Kate] teve um período difícil com a imprensa nos primeiros dias. Mas Meghan parece não ter conseguido fazer nada certo para a mídia. A cor do esmalte, o modo como ela acariciava a barriga, as roupas que vestia e até o excesso de toques e abraços – ela incomodava as pessoas com o que quer que estivesse fazendo”.

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Nicholls teria, então, informações em primeira mão? Bem, pelo menos ela estava convicta do que escrevia ao tratar da mudança de Harry, Meghan e Archie para Los Angeles. Publicado no The Sunday Times em maio de 2020, um artigo de Nicholls entrou em alguns detalhes acerca da repentina mudança do duque e da duquesa e incluiu algumas intrigantes citações de supostos amigos do casal.

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No artigo, Nicholl observou que o Canadá parecia ser um bom lugar para Harry e Meghan, de início, estabelecerem-se. Ainda afirmou: “Depois que a Rainha deixou claro que um vínculo pela metade na família real não era válido, fez ainda menos sentido para eles permanecerem dentro do reino”.

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A repórter real também comentou: “Quando a imprensa soube que eles saíram do Canadá, Harry e Meghan já estavam morando em Beverly Hills. A casa em que eles estão vivendo já é bem melhor que a mansão Frogmore Cottage – residência em Windsor dada ao casal pela Rainha”.

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Todavia, viver de forma luxuosa não significava nada – pelo menos não para o Duque de Sussex. Aparentemente, um amigo próximo do príncipe e sua esposa relatou a Nicholl: “Não é fácil para Harry. Ele tinha uma vida muito mais consolidada na Inglaterra e, em Los Angeles, não conhece ninguém. Imagino que ele esteja sentindo um pouco do que Meghan sentiu no Reino Unido. Solitário e sem rumo”.

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Apesar disso, pelo menos Harry e Meghan estavam contentes com o filho deles. Um outro suposto amigo disse: “No momento, Harry e Meghan estão apenas apreciando a infância de Archie. Eles passaram muito tempo juntos, em família, durante o lockdown e esse tempo tem sido maravilhoso. Archie é um bebê muito feliz e querido – cheio de amor e alegria -, é contagiante”.

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Nicholls também declarou em seu artigo que Meghan estava infeliz em Windsor. A duquesa, de acordo com a jornalista, “achou os protocolos e o ritmo cauteloso da vida no palácio cada vez mais frustrantes. Ao mesmo tempo, seus assistentes – alguns dos quais ela temia que estivessem dando informações contra ela – consideraram chocante seu comportamento típico da Costa Oeste dos Estados Unidos, como o envio de e-mails durante a madrugada para sua equipe”.

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Assim, tudo isso indicava a verdadeira razão pela qual Meghan viu a necessidade de deixar o Reino Unido. Segundo um outro suposto amigo do casal, “[Meghan] estava convencida de que havia uma conspiração contra ela, portanto, isolou-se ao mudarem para Frogmore [Cottage]”.

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Esse indivíduo, o qual preferiu não se identificar, prosseguiu: “Acho que [Meghan] se sentiu como uma intrusa ali desde o começo. Aquela não era a vida a qual estava acostumada e ela queria viver de outra maneira”. Ao que parece, porém, isso ia além. Uma outra pessoa supostamente vinculada a Meghan revelou: “Não ter uma renda foi uma das coisas que a desagradavam. Meghan sempre trabalhou, então, acho que ela se sentiu incompleta. Possuir liberdade financeira foi uma grande parte do motivo pelo qual ela e Harry renunciaram”.

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Desse modo, o duque e a duquesa, felizmente, já começaram a ganhar seu próprio dinheiro. Meghan embarcou em uma nova carreira como locutora e narrou um documentário sobre elefantes para a Disney. Além disso, conforme alguns relatos, Meghan e Harry arrecadaram 1 milhão de dólares por uma palestra.

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Também, há as causas beneficentes do casal. Nicola Brentnall, a presidente da instituição de caridade Queen’s Commonwealth Trust, acredita que eles podem manter seus patronatos mesmo estando em Los Angeles. Ela contou a Nicholl: “Viver nos Estados Unidos não alterou nada em relação a isso, já que Harry e Meghan permanecem comprometidos com os jovens que estamos apoiando. A Rainha permitiu que eles continuassem com essas funções, logo, acho que isso pode funcionar”.

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Aliás, aparentemente Meghan não foi afastada do Reino Unido devido às ações de sua equipe. Em 2019, uma fonte esclareceu à revista Elle que – ao contrário daquelas notícias que corriam sobre as dificuldades de convivência com a duquesa – os funcionários de Meghan não tinham, de fato, nenhum problema com ela.

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Quanto à relação entre Meghan e Kate? Bem, também não é como diziam ser. Outro informante próximo da família real falou a Elle: “As histórias sobre a rivalidade entre as duas duquesas são exageradas. Elas respeitam-se e dedicam-se para representar adequadamente Sua Majestade no trabalho humanitário e assistencial que fazem”.

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Contudo, alguns acreditam que o racismo tenha sido um importante fator no tratamento dado a Meghan pela mídia. A propósito, o desejo de sair do país pode ter sido desencadeado por isso. Em novembro de 2016 – dias após a confirmação do namoro de Harry e Meghan -, os tabloides britânicos, Daily Star e Daily Mail, publicaram notícias as quais faziam horríveis referências a Meghan e, inclusive, a mãe dela, envolvendo, de modo resumido, as palavras “gangue”, “crime” e “Compton”.

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Portanto, em 2016, um representante do príncipe divulgou um comunicado o qual criticava tanto a imprensa quanto o público por submeter Meghan “a uma onda de abuso e assédio”. A nota acrescentou: “Parte disso tem ocorrido de maneira bem explícita – a difamação na primeira página de um jornal nacional; a conotação racista nos comentários; e dizeres abertamente sexistas e racistas postados na internet”.

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O interessante é que quando a campanha Black Lives Matter ganhou atenção mundial em 2020, alguns jornais republicaram comentários que Meghan havia feito sobre o racismo em 2012. Algumas dessas velhas publicações envolviam o que a duquesa e seu marido haviam tentado combater anteriormente. Então, a especialista real, Marlene Koenig, falou com o site Insider acerca do assunto.

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Koenig relatou: “Acredito que é um exagero até mesmo para os tabloides, os quais usam Meghan como bode expiatório por mais de dois anos, destacar antigas falas delas sobre racismo. Afinal, os jornais não têm interesse em reconhecer seus papéis [na] cobertura de notícias desfavoráveis e, às vezes, racistas. Isso é um pouco forte, na verdade”.

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Resta agora ver se Meghan e Harry conseguirão manter uma vida longe da atenção da mídia. Se ficarem em Los Angeles, eles ainda serão perseguidos pela imprensa local, independentemente se a cidade tiver mais a oferecer. Caso os relatos de uma conspiração contra Meghan sejam verdadeiros, é provável que a realeza comente sobre eles nos próximos meses. Até lá, pelo menos temos uma noção do motivo que a levou sair do Reino Unido.

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